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Bate-chapa e pintura

Amolgadelas, riscos que já passaram o verniz e peças a precisar de tinta. Vamos buscar o carro ao sítio onde ele estiver e devolvemos pronto.

Um carro batido dá um trabalho que ninguém quer ter. Procurar oficina, pedir orçamentos que nunca são comparáveis, deixar o carro, arranjar boleia, ligar a perguntar se já está. É por isso que tanta gente anda meses com uma amolgadela que já nem vê.

Aqui a ideia é simples: manda-nos fotos, dizemos-lhe o que se pode fazer, vamos buscar o carro e devolvemos pronto. Não tem de tratar de nada pelo meio.

Antes de tudo: é pintura ou é polimento?

Metade das pessoas que nos contactam a pensar em pintura não precisa de pintura nenhuma. Vale a pena fazer o teste antes de gastar dinheiro a mais.

Passe a unha ao contrário, de leve, sobre o risco. Se a unha desliza sem prender, o risco vive dentro do verniz e há boas hipóteses de sair com polimento, que custa uma fração e não mexe na tinta original. Se a unha prende, o risco passou o verniz e aí sim é caso de pintura.

É a primeira coisa que avaliamos e dizemos-lhe com franqueza. Um carro que mantém a pintura de fábrica vale mais do que um carro repintado, mesmo bem repintado, e não faz sentido pintar o que se corrige.

O que entra em chapa e pintura

A parte que mais estraga um trabalho bem feito

Já viu carros com uma porta claramente mais brilhante do que o resto? O problema não foi a pintura, foi o resto do carro estar oxidado e ninguém ter feito nada quanto a isso. Uma peça nova a condizer com um carro cansado dá sempre nas vistas.

É por isso que devolvemos os carros lavados e com a pintura tratada, não com pó de lixa nas frestas e a peça nova a saltar à vista. O trabalho de chapa e o trabalho de detalhe são a mesma coisa vistos de ângulos diferentes, e o resultado final é o que se vê da rua.

Como funciona, do princípio ao fim

  1. Manda-nos fotos pelo formulário ou pelo telefone, de longe e de perto, com luz de dia
  2. Dizemos-lhe o que achamos que é preciso e damos-lhe uma ideia de valor
  3. Combinamos a recolha e vamos buscar o carro ao sítio onde ele está
  4. O carro é reparado e pintado, com a cor igualada ao resto
  5. Devolvemos o carro pronto, lavado e com a pintura tratada

Se depois de ver o carro ao vivo o quadro for diferente do que as fotos mostravam, dizemos-lhe antes de avançar. Ninguém gosta de saber depois.

Que fotos mandar

Três chegam quase sempre: uma de longe, com o carro inteiro, para se perceber o modelo e a cor; uma da zona danificada a um metro; e uma bem de perto, com luz natural e sem sol direto a bater. Sol direto esconde amolgadelas e inventa riscos que não existem, por isso à sombra ou em dia encoberto é melhor.

Falar connosco

919 060 257, ou o formulário aqui em baixo. Diga a marca, o modelo e o ano, e o que aconteceu ao carro. Se ele não estiver em condições de andar, diga também, que isso resolve-se.

Perguntas frequentes

Vão buscar o carro?

Vamos. Combina-se onde está e a que horas, e devolvemos no mesmo sítio ou noutro que lhe dê mais jeito.

Como é que sei se preciso de pintura ou se chega polimento?

Passe a unha ao contrário sobre o risco. Se ela não prende, o risco está no verniz e provavelmente sai com polimento. Se prende, passou o verniz e é caso de pintura. Na dúvida, mande fotos que dizemos-lhe.

A cor fica igual ao resto do carro?

É esse o objetivo e é o passo mais técnico de todo o trabalho. A cor é igualada a partir do código de tinta do carro e ajustada ao estado real da pintura, que com os anos muda em relação ao original.

O meu carro não anda. Dá para tratar na mesma?

Dá. Diga-nos isso ao pedir orçamento, para prepararmos a recolha em condições.

Só está riscado o para-choques. Vale a pena?

Costuma valer, e é dos trabalhos mais pedidos. Escrevemos sobre isso na página de pintura de para-choques.

Peça um orçamento grátis

Diga-nos o que precisa e em que zona está. Vamos ter consigo, sem compromisso.