Há um ponto a partir do qual limpar deixa de resolver. Um banco com o tecido rasgado, uma costura que abriu, um buraco de cigarro ou o forro do teto a pender continuam exatamente iguais depois da melhor limpeza do mundo, porque o problema não é sujidade, é o material em si.
É aí que entra a estofagem: reparar o que dá para reparar e substituir o que já não compensa.
O forro do teto a cair
É o trabalho que mais nos pedem e o mais fácil de reconhecer. O tecido do tejadilho começa a formar bolsas, depois pende, e acaba a roçar na cabeça de quem vai atrás.
A causa não é o tecido, é o que está por baixo dele. Entre o tecido e a placa de suporte há uma camada fina de espuma que, com anos de calor, se desfaz e transforma-se em pó. Sem essa espuma a colar as duas coisas, o tecido solta-se, e a partir daí é sempre a piorar.
Por isso é que colar outra vez nunca resulta. A cola não tem a que agarrar. O que se faz é retirar a placa, remover o tecido velho e toda a espuma degradada, e aplicar material novo. Feito assim, o carro fica com o teto como de fábrica e o assunto está resolvido de vez.
Se anda com percevejos a segurar o tecido, ou a evitar levar pessoas atrás, tem solução e é mais simples do que imagina.
Reparar ou refazer
A pergunta que todos fazem, e a resposta honesta é: depende do estado.
Um rasgão limpo numa zona plana repara-se bem e passa despercebido. Uma queimadura pequena resolve-se com enxerto do mesmo material. Uma costura que abriu volta a coser-se e fica melhor do que estava, porque se reforça.
Agora, se o material já está gasto em várias zonas, se a pele está gretada em toda a superfície de assento, ou se houve várias reparações anteriores, chega-se a um ponto em que reparar sai mais caro do que trocar e dura menos. Nesses casos dizemos-lhe com franqueza que compensa refazer.
Quando o que faz sentido é substituir, substitui-se. A decisão não é nossa nem sua sozinho, sai de olhar para a peça.
Qualquer material
Tecido, pele, pele sintética, alcantara e vinil. Cada um tem o seu processo e as suas limitações, e é por isso que preferimos ver antes de dizer seja o que for.
A pele é a que mais dúvidas levanta. Gretada em superfície, recupera-se bem. Rasgada, repara-se conforme o sítio e o tamanho. Ressequida ao ponto de fender ao toque, é caso para substituir o painel afetado.
Não é só carros
Assentos de mota, que passam a vida ao sol e rachem sempre nas mesmas costuras. Estofos de embarcação em vinil, com as costuras a ganhar mofo e o material a endurecer. Bancos de furgão e de veículo comercial, que levam uso a sério todos os dias.
Se tem estofos com problema, diga-nos do que se trata. Não vale a pena estar a adivinhar se é o tipo de trabalho que se faz ou não, resolve-se numa chamada.
Limpar é outra coisa
Se o que tem são manchas, cheiro ou sujidade entranhada, o serviço não é este. É a limpeza de estofos e interior, com extração a fundo e tratamento de odores, e sai muito mais em conta.
Também acontece o contrário: quem manda refazer estofos aproveita quase sempre para levar o interior todo limpo na mesma ida.
O que nos deve mandar
Fotos, sempre. Uma do banco ou da zona inteira, e outra bem de perto do estrago, com luz de dia. Se for o forro do teto, uma do tejadilho a mostrar até onde está solto.
Com isso conseguimos dizer-lhe se é reparação ou substituição e dar-lhe uma ideia de valor antes de alguém sair de casa. Ligue 919 060 257 ou use o formulário aqui em baixo.
Perguntas frequentes
O forro do teto do meu carro está a cair. Vale a pena colar?
Colar não costuma resultar, porque a espuma que estava entre o tecido e a placa desfez-se e a cola não tem a que agarrar. O que resolve é retirar o tecido velho, limpar a espuma degradada e aplicar material novo.
Consegue-se reparar sem se notar?
Numa reparação bem feita, com o mesmo material e na zona certa, quase não se nota. Em zonas de vinco ou muito à vista é mais difícil, e dizemos-lhe isso antes de avançar em vez de o deixar descobrir depois.
Quanto custa?
Depende do material, do tamanho do estrago e de ser reparação ou substituição. Por isso pedimos fotos: com elas damos-lhe uma ideia realista sem ninguém ter de se deslocar.
Fazem estofos de motas e de barcos?
Diga-nos do que se trata e qual é o problema. Assentos de mota e estofos de embarcação aparecem-nos com frequência.
Isto é o mesmo que a limpeza de estofos?
Não. A limpeza trata manchas, sujidade e cheiros no material que lá está. A estofagem repara ou substitui o material. Se a dúvida for essa, mande foto e dizemos-lhe qual dos dois precisa.
Peça um orçamento grátis
Diga-nos o que precisa e em que zona está. Vamos ter consigo, sem compromisso.